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Grindhouse: Paura nella città dei morti viventi (1980)

Por Bela Lugosi is Dead em Sáb, 04 Jul 2009 10:10:04 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/th0olIWXb4U/grindhouse-paura-nella-citta-dei-morti.html

A.K.A.
City of the Living Dead
The Gates of Hell

Realização: Lucio Fulci
Ano:1980 (Itália)

IMDb




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Os Nervos Em Polpa,

Por LFS em Sex, 03 Jul 2009 17:21:49 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/EfeitosSecundarios/~3/0-2w_zYuTes/1246640919
Os Nervos Em Polpa, mas não por muito mais tempo. Depois da primeira actualização do processo de selecção da Pulp Fiction à Portuguesa, aqui apresentada, eis que voltamos à carga com o assunto com três boas notícias: o processo está pertíssimo do fim, a antologia será algo como nunca visto no nosso mercado, e as actualizações serão feitas mais amiúde.

O processo estar pertíssimo do fim significa que, ultrapassadas as primeiras filtragens, nos encontramos com cerca de quinze contos finalistas. Estes irão concorrer entre si, na posterior escolha derradeira, para preencher a dezena de espaços disponíveis que vão compor a parte da obra dedicada a participações livres. Contamos terminar o processo de «negociação» interna da lista final (agora já não se trata de uma questão de qualidade, pois todos já atravessaram vários estágios de leitura, mas de adequabilidade ao conjunto - se se recordarem do regulamento, mencionávamos a necessidade de equilíbrio dos temas, das vozes narrativas, do fluxo do conjunto, pois uma colectânea tem de respeitar regras de ritmo não muito diferentes das do romance) até ao final da próxima semana e a seguir anunciar-vos. Repito: dia 13 de Julho publicaremos a lista de finalistas concorrentes à selecção final da antologia.

O trabalho não se esgota neste processo. Além da escolha dos contos, está, em igual primeiro plano, a preparação do conceito de antologia de uma forma inovadora. Neste prato, queremos o acompanhamento tão saboroso quanto o prato principal. Porque, sejamos honestos, é fácil recolher contos daqui e dali, ordená-los e fazer daí um livro. Mas esta antologia permite (e merece) melhor do que isso. Os autores merecem melhor do que isso. Sei que ficarão tão entusiasmados com o resultado final quanto eu e o editor nos sentimos. Sei também que poucas editoras no nosso mercado teriam igual abertura, competência e coragem para tornar este projecto em algo tão interessante como a Saída de Emergência. Espero que consigam ter isto em consideração na vossa apreciação deste percurso. Fica também já a indicação que mais pormenores sobre o assunto só serão relevados perto do lançamento (previsto para Setembro).

Isto não implica que estejamos surdos ao vosso interesse - muito pelo contrário, aliás. A vossa energia impele-nos. Sabemos que vai ser uma antologia escrutinada, falada, discutida, imitada. E por respeito ao vosso interesse, iremos começar a dar-vos conhecimento de como o processo está a decorrer em pontos de situação quinzenais (procurem no site da Saída de Emergência ou aqui, nos Efeitos Secundários).

O passo seguinte, como disse, acontece já na segunda, 13...

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Inopinada Surpresa: Prémio Lemniscata

Por Blade Runner em Sex, 03 Jul 2009 14:56:58 (+0000)
http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/07/inopinada-surpresa-premio-lemniscata.html

Como inesperado "presente de aniversário", o José Eduardo Lopes teve a amabilidade de atribuir ao Blade Runner o Prémio Lemniscata. De acordo com os criadores deste galardão, ele foi "criado a pensar nos blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos leitores".

Pelo que só posso, com a devida vénia, agradecer ao José Eduardo Lopes pela distinção.

No entanto, como dizia o outro, com o reconhecimento vem a responsabilidade, e o Prémio Lemniscata não é isento de regras; a saber:

1 - O premiado deverá expôr o selo no seu blog e atribuí-lo a 7 outros blogs que considere merecedores.
2 - O premiado deverá responder à seguinte pergunta: O que significa para si ser um Homo sapiens?

A primeira parte é, claramente, a mais difícil, pois cada escolha impõe e implica uma multiplicidade de exclusões, muitas vezes sem que seja possível explicar inteiramente os critérios que construíram a linha demarcadora entre os eleitos e os excluídos. Por outro lado, tratando-se de um prémio que se expande geometricamente (será que infinitamente também?), impõe-se não o duplicar, atribuindo-o a outros galardoados. E assim, feitas estas considerações, o Blade Runner escolhe atraibuir o Prémio Lemniscata aos seguintes blogues:


OS CADERNOS DE DAATH


Pela inteligência e profundidade com que o David Soares aborda os assuntos mais complexos e candentes.

ARBOGAST ON FILM

Por ser a melhor escrita sobre cinema de Horror que se pode encontrar on-line.

MR. PEEL'S SARDINE LIQUEUR

Não se pode ter um blogue com um nome tão apetitoso e delirante sem apresentar um conteúdo absolutamente cativante. Missão cumprida por Mr. Peel.

FRANKENSTEINIA

A dedicação a um tema e a exploração exaustiva de todas as suas manifestações, quando levada a cabo por alguém com a inteligência de Pierre Fournier, faz mais pela perpetuação da cultura popular do que uma cadeia de museus.

INNER SPACE

Pela inteligência e profundidade com que o Nuno Fonseca faz a sua abordagem à Ficção Científica - através de títulos criteriosamente escolhidos - e pelo esforço de divulgação da Ficção Científica Portuguesa, tanto a nível nacional como internacional.

STRANGER IN A STRANGE LAND

Pela especial sensibilidade com que a Safaa Dib aborda alguns livros e filmes. E por ser das poucas em Portugal que gosta de Joseph Losey e Lindsay Anderson.

O PORTAL DO ASTRÓNOMO

Porque faz muita falta em Portugal a divulgação da Ciência e da Astronomia. E ninguém melhor do que um entusiasta da Ficção Científica para o fazer. Parabéns, também, ao José Saraiva.

E querem coisa mais fácil do que saltar do blogue do Saraiva para a resposta à pergunta "O que significa para si ser um Homo sapiens?"

Significa poder libertar-me do atavismo e da superstição da Religião por recurso exclusivo à Razão e à Ciência. Compreender melhor o mundo em que vivemos, na sua contingência e efemeridade, é o primeiro passo para o preservar e preservar a memória de uma espécie com prazo de validade.
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Viz Media aposta na literatura japonesa

Por Bela Lugosi is Dead em Qui, 02 Jul 2009 18:08:06 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/kqLluOCMiZ4/viz-media-aposta-na-literatura-japonesa_02.html












A editora norte americana de mangas (banda desenhada japonesa) Viz Media, criou uma nova colecção dedicada em exclusivo à literatura japonesa.

Haikajouru, título da colecção, vai centrar-se em trabalhos de jovens autores sobretudo nas áreas de Space Opera, Dark Fantasy e Hard science, mas também de horror.

Os dois primeiros títulos, All You Need Is Kill de Hiroshi Sakurazaka e The Lord of the Sands of Time de Issui Ogawa estão previstos já para 22 de Julho. O preço é de 13.99 dólares cada.

Para 16 de Setembro, estão previstos mais dois títulos: Zoo de Otsuichi e Usurper Of The Sun de Housuke Nojiri. O preço é de 13.99 e 16.99 dólares, respectivamente.

No site oficial, Haikajouru, além de informações sobre os livros e autores, é possível ler também excertos dos mesmos. – Rui Baptista

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Novos trailers: Gallowwalker (2009)

Por Bela Lugosi is Dead em Qui, 02 Jul 2009 11:52:48 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/M6hydCpb7I0/novos-trailers-gallowwalker-2009.html

Andrew Goth
Estados Unidos, Inglaterra

IMDb


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Novos trailers: Carriers (2009)

Por Bela Lugosi is Dead em Qui, 02 Jul 2009 11:51:35 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/rnmkDPEROqs/novos-trailers-carriers-2009.html

Àlex Pastor e David Pastor
Estados Unidos

IMDb


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Tropecei Por Mera Circunstância,

Por LFS em Qui, 02 Jul 2009 06:51:26 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/EfeitosSecundarios/~3/K1ruEZCnZDo/1246516799
Tropecei Por Mera Circunstância, pois ainda não me havia deparado com o blogue em questão, no círculo de sugestões em que consiste o Prémio Lemniscata: cada premiado deverá escolher, por sua vez, 7 outros blogues, ad infinitum. A escolha de José Eduardo Lopes centrou-se na área da ficção científica, entre os quais nós estávamos. Estou bastante agradecido pela escolha e pela oportunidade de, pela minha vez, destacar alguns dos meus preferidos. Uma vez que a selecção do José já contempla parte dos principais blogues nacionais deste género, irei diversificar a escolha.

Eis a lista:

Indico também o Correio do Fantástico, mas a nível de extra-concurso por ser um dos contribuidores (ou melhor dizendo, serei assim que recuperar do atraso após o amável convite feito), e que é um trabalho de paixão desenvolvido por um conjunto de jovens entusiastas, com particular destaque para o Roberto Mendes.

Sobre o prémio:

«O selo deste prémio foi criado a pensar nos blogs que demonstram talento, seja nas artes, nas letras, nas ciências, na poesia ou em qualquer outra área e que, com isso, enriquecem a blogosfera e a vida dos seus leitores.

«Lemniscata: curva geométrica com a forma semelhante à de um 8; lugar geométrico dos pontos tais que o produto das distâncias a dois pontos fixos é constante. Lemniscato: ornado de fitas; do grego lemniskos, do latim, lemniscu; fita que pendia das coroas de louro destinadas aos vencedores. (in Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora)».

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Passatempo Editorial Presença\Correio do Fantástico

Por igdrasil em Qua, 01 Jul 2009 20:57:33 (+0000)
http://correiodofantastico.wordpress.com/2009/07/01/passatempo-editorial-presencacorreio-do-fantastico/

A Editorial Presença e o Correio do Fantástico voltam a juntar esforços para vos trazer a vós, leitores, um noivo passatempo. O prémio consiste em dois exemplares do livro Stoneheart – O espelho negro,de Charlie Fletcher, com brilhante tradução de Jõao Seixas.

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O Passatempo será inspirado no modelo de passatempos do site Tecnofantasia, de um dos nossos carteiros, Luís Filipe Silva. O desafio é o seguinte:

Criar um pequeno texto, com limite máximo de 300 palavras, onde um dos personagens tem de ser, obrigatoriamente, um estátua que ganha vida; Os melhores dois textos ganharão os exemplares do livro! Este passatempo durará até dia dez de Julho; Os textos devem ser enviados para correiodofantastico@gmail.com ;

Stoneheart – O Espelho Negro- Charlie Fletcher

Título Original: Iron Head

Tradução: João Seixas

Páginas: 288 Colecção:

Via Láctea Nº 75

PREÇO SEM IVA: 15,71€ / PREÇO COM IVA: 16,50€

ISBN: 978-972-23-4169-1 Código de Barras: 9789722341691

Data de Publicação: 2 de Julho 2009

SÉRIE VENDE MAIS DE 150 MIL EXEMPLARES NO REINO UNIDO

* Direitos cinematográficos adquiridos pela Paramount. * Direitos vendidos para mais de 20 países.

Neste segundo livro da série iniciada com Stoneheart – O Segredo da Esfinge, George mergulha ainda mais a fundo nas trevas da Londres paralela onde as estátuas podem ganhar vida a qualquer momento. Agora que o Artilheiro caiu nas garras do Caminhante, George só pode contar consigo e com os seus dons de Criador para proteger Edie e assim irem ambos salvar o amigo. Mas algo de estranho se passa com a sua mão, onde três veias distintas, de mármore, pedra e bronze, se tornaram visíveis, enquanto nas sombras criaturas aladas aguardam apenas o momento certo para darem o próximo passo. Um imaginário profuso, densidade psicológica e acção intrépida são alguns dos ingredientes que fazem desta sequela uma aventura a não perder. Charlie Fletcher foi jornalista e argumentista antes de começar a escrever a tempo inteiro. O seu romance de estreia, publicado nesta colecção com o título Stoneheart – O Enigma da Esfinge, viu os seus direitos vendidos para países como a Alemanha, Itália, Dinamarca e Estados Unidos. Também a indústria cinematográfica manifestou grande interesse na passagem desta aventura para o grande ecrã. GÉNERO: Ficção e Literatura – Fantasia.

CITAÇÕES DE IMPRENSA ESTRANGEIRA

«Stoneheart: Uma aventura plena de acção.» Publishing News

«Um livro excelente que dá continuação à série.» The Sunday Times

«Uma história original que se lê compulsivamente.» Daily Mail

«Um épico.» Guardian

«Brilhante! Acção explosiva em todas as páginas.» Andrew, 12 anos

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Blade Runner Ano 3: A Incógnita

Por Blade Runner em Qua, 01 Jul 2009 15:03:30 (+0000)
http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/07/blade-runner-ano-3-incognita.html


E já lá vão dois anos desde que resolvi criar o Blade Runner. Dois anos que ficaram – há que reconhecê-lo – muito abaixo das expectativas, se não dos leitores, pelo menos das minhas. Ser-me-ia confortável observar que o mal foi generalizado. Alguns dos principais blogues da área do Fantástico, Os Cadernos de Daath, o Efeitos Secundários, o Stranger in a Strange Land, diminuíram, também, acentuadamente, o ritmo de publicação, traduzindo aquilo que penso ser um acréscimo de trabalho profissional que impossibilita os seus autores de dedicarem mais tempo à escrita virtual. Isso é visível também no Lâmpada Mágica, com o Jorge Candeias a dedicar-se em exclusivo à tradução. É um factor importante, mas meramente descritivo. No meu caso, um acumular de compromissos profissionais e pessoais (traduções, críticas, redacção de ensaios, escritas um pouco por todo o lado, a par da minha actividade profissional no foro) impuseram o caos na minha capacidade de manter-me a par com lançamentos, eventos, novidades, quanto mais a actualização regular deste blogue.


Por outro lado, não posso deixar de pensar que este estado de coisas reflecte um outro dado essencial: o mercado do Fantástico, apesar de toda a aparente pujança, não existe para os autores nacionais. Pese embora a falta de números “oficiais” (e muitas vezes, mesmo de números oficiosos), parece-me que nenhum autor português na área do Fantástico consegue sobreviver da escrita, vendo-se obrigado a complementar – se não mesmo a assegurar – os seus rendimentos, por outros meios. Para os que escrevem habitualmente, como o David Soares e o Luís Filipe Silva, a tradução parece ser o principal refúgio. Aliás, creio que se fizermos um apanhado de TODOS os autores portugueses da área FC&F, chegaremos à conclusão de que todos eles ganham mais a traduzir a escrita de outros do que com a sua própria. Note-se – sempre é uma forma de estarem próximos daquilo que gostam de fazer, ao mesmo tempo que é um meio para aprimorar as suas próprias técnicas de escrita. Mas não deixa de ser, também, um factor de preocupação, num mercado livreiro que, ao que parece, tem feito fortunas com o género (Rowlings na Presença, Paolini na Gailivro, Tolkien na Europa-América e, em grau menor, Martin na Saída de Emergência), encontrando nesses autores uma espécie de apólice de seguros mais ou menos fiável para um eventual período de vacas magras.


Isso leva-me ainda a uma outra e deprimente observação. Empoleirado desde 2000, como Humpty Dumpty, no muro que divide os fatalistas (João Barreiros et al.) dos optimistas (ainda que moderados – Candeias et al.), não mais me é possível equilibrar entre as duas posições. And not all the king’s horses, nor all the king’s men, can put me back up there again. Verdade seja dita, sempre pendi mais para o lado dos fatalistas, mas creio que agora se trata de um facto inegável: a literatura de FC em Portugal acabou de vez. Já não nos podemos agarrar à ilusão de que uns poucos títulos escamoteados à socapa nos catálogos de algumas das editoras ainda revelam a existência de pulso no cadáver. Não. É apenas o sangue que se move empurrado pela inércia após o coração ter soçobrado. Vamos, estatisticamente, a meio do ano, e nestes seis meses, não foi publicado um único livro de FC pura e dura, assumido como tal e destinado a um público leitor desse género. Isso porque, pura e simplesmente, não existe um público leitor, em números suficientes, para injectar vitalidade ao mercado editorial de Ficção Científica.



É certo que o Horror não está melhor. Se descontarmos o surto de publicações comemorativas do bicentenário de Poe, o trabalho cadenciado de David Soares, e a tradução mais ou menos regular dos títulos de Stephen King (pontilhados pela publicação esporádica de um outro tímido título de horror), complementados pelos clássicos em domínio público que a Saída de Emergência e a Presença vão publicando com alguma regularidade, o género está tão desvitalizado como uma múmia privada das folhas de chá de tana. Nota-se-lhe, porém, uma latência que lhe permite algumas esperanças no curto ou médio prazo, mas nada que justifique um grande optimismo, sobretudo quando o género está a ser deturpado no arrasto da irracional febre gerada pelos medíocres pastiches de Stephenie Meyer. Podemos esperar o afloramento de alguns títulos de Laurel K. Hamilton por duas editoras distintas, um punhado de bons títulos que vão surgir na Saída de Emergência (e o irritante que é termos que estar sempre a falar das mesmas editoras, pois são elas que levam aos ombros os géneros do fantástico), mas nada dos milhares de títulos essenciais a qualquer biblioteca do horror publicado após 1950. É um desfasamento inultrapassável.


Da Fantasia mais vale nem falar. Os números traduzem a sua vitalidade, mas escondem a verdade: e a verdade é que também não existe um mercado de Fantasia em Portugal. Existe apenas a exploração exaustiva de um sub-género impuro da Fantasia que, à falta de designação universalmente reconhecida, podemos chamar Imitação Derivativa de Fantasias de Poder Adolescente.


Irónico, por isso, que se cumpram este mês setenta anos sobre o início da chamada Golden Age da Ficção Científica (1938-1946), o período em que a literatura de ficção científica evoluiu ao ritmo da batuta de John W. Campbell ao leme da Astounding Science Fiction. Embora Campbell tenha assumido a direcção da Astounding em Maio de 1938, à falta de uma data “oficial”, e em retrospectiva, o fandom vem reconhecendo como momento fundador o da publicação da edição de Julho de 1939 dessa revista. Nesse número, surgia a noveleta Black Destroyer de Van Vogt, um dos textos mais influentes do cânone da moderna FC (e inspiração directa do filme ALIEN que Ridley Scott realizou em 1979 – lá andamos com os anos terminados em nove), primeira publicação do autor, e também Trends, o primeiro conto que Asimov publicou na revista que o tornaria o mais conhecido autor de FC de sempre. (Nestas coisas das coincidências, Trends foi um dos contos, escrito e publicado 30 anos antes da alunagem da Apollo 11, que escolhi para a antologia comemorativa desse evento que a Saída de Emergência faz chegar às livrarias no próximo dia 10). No número seguinte, o de Agosto, surgiria na mesma revista o conto Life-Line, a estreia literária de Robert A. Heinlein (de que falaremos aqui brevemente), abrindo um período de exclusiva predominância da Astounding de Campbell – período que se estenderia até 1946, data da publicação da célebre antologia de Healy e McComas. A propósito, e de acordo com as memórias do bom doutor (In Memory Yet Green: The Autobiography of Isaac Asimov, 1920-1954, Doubleday, 1979) o número de Julho de 1939 da Astounding chegou aos escaparates no dia 22 de Junho desse ano, permitindo datar de forma ainda mais precisa essa efeméride.

Daí que, por tudo quando acima se deixou dito, para este novo ano de actividade bloguística, não faço planos. Continuarei a falar de pulp fiction, preenchendo a lacuna do que prometi no ano passado, de filmes e de séries de televisão (idem aspas), procurarei levar ritmadamente a série de homenagens ao trabalho de Heinlein, e falar um pouco mais de livros e das suas traduções. Será um ano de incógnitas, de caminhos bifurcados, ao gosto de Borges, com pelo menos dois carreiros a serem explorados no curto/médio prazo.



Por um lado, e à laia de celebração do quadragésimo aniversário da Alunagem, proponho-me explorar, num outro blogue, as várias representações dessa viagem à Lua conforme esta foi imaginada pelo cinema e pela televisão entre 1902 e 1969. Será uma viagem com partida prevista para data incerta, algures entre 16 e 20 de Julho (datas, respectivamente, em que a missão Apollo 11 partiu de Cape Canaveral e chegou à Lua), e que se estenderá, lânguida, ao sabor da disponibilidade de tempo e de material. Será, portanto, uma viagem com final em aberto, mas que pretendo tão exaustiva quanto possível.


Já a partir de hoje (bom, convém dar margem de manobra, uma vez que até ao próximo dia 15 tenho ainda imensos prazos pendentes; daí que este hoje deva ser entendido num sentido mais lato do que o habitual) a minha atenção dividir-se-á entre o Blade Runner e um outro blogue dedicado, em exclusivo, ao cinema de Horror. Podem acompanhá-lo, aqui.

Assim, convido-vos desde já a embarcar comigo neste terceiro ano de actividade, e a descobrir onde – e se – nos levará a algum lado. Neste momento, your bet is as good as mine.

A sátira dedicada a Twilight, foi retirada daqui.
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2009 Locus Award – Premiados

Por Cristina Alves em Qua, 01 Jul 2009 00:01:14 (+0000)
http://acrisalves.wordpress.com/2009/07/01/2009-locus-award-premiados/

Depois de anunciados os finalistas, foram recentemente nomeados os vencedores:

  • Science Fiction Novel: Anathem, Neal Stephenson
  • Fantasy Novel: Lavinia, Ursula K. Le Guin (Harcourt)
  • First Novel: Singularity’s Ring, Paul Melko (Tor)
  • Young-Adult Book: The Graveyard Book, Neil Gaiman
  • Novella: “Pretty Monsters”, Kelly Link
  • Novelette: “Pump Six”, Paolo Bacigalupi
  • Short Story: “Exhalation”, Ted Chiang
  • Anthology: The Year’s Best Science Fiction: Twenty-Fifth Annual Collection, Gardner Dozois, ed.
  • Collection: Pump Six and Other Stories, Paolo Bacigalupi

A obra de Neal Stephenson tem sido uma das mais referenciadas desde o seu lançamento, e talvez por isso a sua nomeação não me espantou. Idem aspas para a categoria Young-Adult Novel, ainda que ao lado de The Graveyard Book estivesse Little Brother.

De entre os nomeados ainda não tive oportunidade de pegar em nenhum, mas City at the End of Time, Anathem, The Dragons of Babel e The Graveyard Book são aqueles que me despertaram maior interesse.

Espantar, espantar, espantou-me Paolo Bacigalupi que conseguiu arrebatar dois prémios, um pela Novela Pump-Six (sobre a qual já tinha falado há alguns meses),  e outra pela colectânea que contém esta mesma novela.

 

‘Peter & Max: A Fables Novel’

Por Bela Lugosi is Dead em Ter, 30 Jun 2009 21:21:39 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/4xGpbs18wro/peter-max-fables-novel.html
Fables é uma das series de BD mais aclamadas dos últimos anos. O seu universo envolve as várias personagens dos contos de fadas como o Lobo Mau, o Pinóquio, a Bela Adormecida e muitas outras. Agora, estas personagens vão embarcar em mais uma aventura, mas desta vez em prosa.

A DC Vertigo, editora responsável pela série, vai lançar em Outubro nos Estados Unidos, o romance Peter & Max: A Fables Novel.

Escrito por Bill Willingham, a história centra-se na rivalidade de dois irmãos: Peter Piper e Max. Uma rivalidade que teve início durante a época medieval e se prolongou até ao nosso tempo.

Embora a história esteja ligada ao mesmo universo que a BD, o livro pode ser lido por qualquer pessoa que não tenha qualquer conhecimento da série. Contudo, os que a acompanham, ficarão a conhecer um pouco mais o passado de algumas das personagens como Bigby Wolf, Frau Totenkinder e Bo Peep.

Peter & Max estará disponível a partir de 7 de Outubro, e terá o custo de 22.99 dólares. A presente edição é composta por capa dura. – Rui Baptista
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‘Trancy - Rebelião’

Por Bela Lugosi is Dead em Ter, 30 Jun 2009 21:00:38 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/belalugosiIsdead/~3/to9Nf5XahIw/trancy-rebeliao.html
A história decorre num universo alternativo onde uma cidade se vê abraços com um conflito entre o sistema educativo e os alunos que a ele se opõem.

“Neste cenário de violações Track, um adolescente de 15 anos, procura apenas sobreviver. Os dias são passados entre professores sádicos e implacáveis, trabalhos escolares e pais indiferentes.”

Foi escrito aos 15 anos por Isamu Fukui, agora com 19 anos. Trata-se do seu primeiro romance, que entretanto foi já seguido de Truancy Origins, publicado muito recentemente nos Estados Unidos.

Truancy, é o mais recente livro da colecção 1001 Mundos do editora Gailivro. Pode ser adquirido por 17.90 euros.

A página oficial do livro/autor, pode ser acedida aqui. – Rui Baptista
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‘Lovecraft Unbound’ - Nova antologia

Por Bela Lugosi is Dead em Ter, 30 Jun 2009 17:22:34 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/BelaLugosiisDead/~3/0D54mkZbbp4/lovecraft-unbound-nova-antologia.html
É mais uma antologia de contos baseados no universo do escrito H. P. Lovecraft. É lançada a 30 de Setembro, nos Estados Unidos pela Dark Horse Comics e tem o custo de 19.95 dólares.

Editada por Ellen Datlow, a antologia contou com as participações de Joyce Carol Oates, Michael Chabon, Holly Phillips, Brian Evenson, Marc Laidlaw, Caitlín R. Kiernan, entre outros.

Lembramos ainda que a Saída de Emergência vai lançar em breve o quarto volume de Os Melhores Contos de Lovecraft. – Rui Baptista
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Rumo à Lua

Por Blade Runner em Ter, 30 Jun 2009 15:05:30 (+0000)
http://spaceshipdown.blogspot.com/2009/06/rumo-lua.html


Já se encontra nas bancas a edição de Julho da revista OS MEUS LIVROS, a qual conta com um breve artigo sobre a forma como a primeira viagem à Lua foi imaginada nas páginas da Ficção Científica. Afinal, é já no próximo dia 20 que se comemoram os 40 anos da alunagem da missão Apollo 11, naquele que foi o maior feito tecnológico de sempre da História da Humanidade.

Haverá, ao longo do próximo mês, muito que dizer sobre isso e várias oportunidades para o fazer, tanto mais que é também em Julho - no dia 10 para ser mais exacto - que chega às livrarias a antologia COM A CABEÇA NA LUA, um volume editado pela Saída de Emergência para assinalar este aniversário histórico, e que tive o prazer de organizar. Trata-se de uma colectãnea de 10 contos escritos entre 1865 e 1969, representando uma amostra das várias formas como a Ficção Científica encarou um feito que sempre teve por certo.

Entretanto, e para abrir o apetite, aqui fica a primeira página do artigo da OS MEUS LIVROS (o atigo encontra-se entre as páginas 26 e 29):

7235388245508274389-7592378853110946352?l=spaceshipdown.blogspot.com
 

Por Fenixarte em Ter, 30 Jun 2009 14:49:33 (+0000)
http://fenixarte2.blogspot.com/2009/06/lendo-ian-mcdonald.html
Lendo Ian McDonald. Procurando também escritos dele pela Internet. Deparo-me com um que começa de forma sugestiva:
"I remember the night I became a goddess"
3593204716500095257-9015737710941645017?l=fenixarte2.blogspot.com
 

Semana

Por Jorge em Dom, 28 Jun 2009 13:36:00 (+0000)
http://lampadamagica.blogspot.com/2009/06/semana_28.html
Desta vez ao domingo, que ontem não me apetecia escrever nem uma linha (acontece, e quando acontece não fale a pena forçar, desde que se possa não o fazer), eis a semana que passou numa penada. Ou em duas ou três.

Trabalho? Acabou. O livro está traduzido, revisto e enviado ao editor, alguns dias antes do prazo terminado. Segue-se, claro, o próximo. 757 páginas de texto miudinho, denso e quase sem margens, que irão ser divididas em dois volumes, cada um, imagino, mais perto das 400 do que das 350.

Ah, sim, e claro que há versejos. Nem podia deixar de haver. O que vale é que é só um. Comprido, mas só um.

O wiki esteve amodorrado. Não passaram de 16 as páginas que se estrearam na última semana, aumentando o total para 16 480.

E quanto a leituras, acabei dois livros e li mais umas coisas.

Com O Povo Branco, terminei O Grande Deus Pã, de Arthur Machen. O conto é capaz de ter sido aquele que mais me agradou de entre os quatro que compõem o livro. Consta de um longo texto "escrito" por uma rapariga adolescente, rodeado por um prólogo e um epílogo que situam o leitor no que toca a quem e o quê é a rapariga. Particularmente bem sucedido é o modo como Machen altera o estilo para dar "voz" à rapariga, e o próprio texto desta é muito interessante, funcionando quase como pot-pourri de contos maravilhosos do folclore britânico, cheio de magia e criaturas fantásticas da floresta. Mesmo muito bom. E é um óptimo fecho para um livro de que acabei por gostar, apesar de por vezes me ter aborrecido bastante, em especial no primeiro conto.

E com Planeta que Nada tem Para Dar, de Olga Larionova, terminei Poção de Marte, antologia de FC&F soviética. O texto de Larionova é uma noveleta de ficção científica que acompanha a exploração de um planeta que vamos aos poucos reconhecendo no espaço, ainda que não no tempo, por parte de uma espécie alienígena metamórfica e totalitária. Apesar da história ter aspectos interessantes, em particular se tivermos em conta o contexto em que foi escrita, não me agradou lá muito. O mesmo posso dizer da antologia como um todo: nem o romance que lhe empresta o título, nem os contos que o acompanham, são propriamente maus. Mas tampouco são bons, antes reúnem aspectos interessantes e falhas num todo que acaba por ser mediano.

Além destes dois livros, li também Curse of the Immortal's Husband, poema de Bruce Boston que não me pareceu lá muito bem conseguido, e dei um bom avanço num romance bastante grosso que já me acompanha há algum tempo.

E é só isto. Para a semana há mais.
5328670-8680342825545217172?l=lampadamagica.blogspot.com
 

Além Da Alienação Das Gentes Com Fios Brancos

Por LFS em Dom, 28 Jun 2009 11:41:49 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/EfeitosSecundarios/~3/ufLu1E5-6lw/1246187390
Além Da Alienação Das Gentes Com Fios Brancos dependurados das orelhas, afastadas do momento e lugar presentes como quem lê um livro, o iPod, aparelho anódino de uma empresa que só não dominou o mercado informático devido à sua eterna postura de encarar o computador como algo no qual ninguém podia mexer (diga-se o que se disser da Microsoft, a verdade é que a visão «um PC em cada secretária» foi absolutamente revolucionária - tratar o computador como plataforma de trabalho universal e não como outro electrodoméstico), trouxe também a facilidade (efectivamente permitida pelo iTunes, mas isso são pormenores técnicos...) de poder descarregar-se ficheiros áudios publicados periodicamente por determinadas fontes - assim nascia o podcast.

Por meio de feeds, que é como quem diz instruções que informam de forma normalizada os restantes computadores e aplicativos do tipo de conteúdo de determinado sítio, a colocação regular destes ficheiros áudio tornou-se no equivalente de programas de rádio emitidos em determinados dias, a determinadas horas. Bastaria à pessoa interessada «subscrever» a referida publicação - para todos os efeitos, controlar automaticamente a existência de novos ficheiros e descarregá-los assim que estivessem disponiveis - e ir ouvindo, tranquilamente, os novos programas. O mecanismo estava montado: havia criadores e havia ouvintes.

A adopção foi bastante rápida - uma  rapidez que começa a ser habitual nos nossos dias, como se estivessemos já preparados para a nova forma de utilizarmos a tecnologia existente (o terrível choque do futuro de que se falava há umas décadas torna-se progressivamente no delicado embate de uma pena do futuro). De novo, a internet permitiu que qualquer criador atingisse qualquer ouvinte sem a intermediação das estações de rádio, deixando funcionar a meritocracia da qualidade e do interesse. Os podcasts abundam, actualmente - tanto que, tentar segui-los a todos, ainda que numa humilde área como a Ficção Científica, seja impossível nas poucas horas de lazer do dia. Há podcasts de divulgação, podcasts de debate, podcasts de ruminações pessoais. Há podcasts que oferecem a leitura de contos e romances, aquilo que se conhece como audiolivro, ou promovem folhetins radiofónicos (um formato do meu grande apreço que graças a este meio está a renascer).

Nem todos são bons - se a organização do texto é importante para a palavra escrita, a qualidade da voz, do som e da leitura são imprescindíveis para uma emissão áudio. Aliás, a grande maioria resultam de esforços pessoais, por quem ainda está a dar os primeiros passos neste meio. O que interessa aqui ressalvar é que a tecnologia está ao dispor de todos, e com perseverança e algum engenho, consegue-se sair do anonimato e acabar nas páginas do New York Times, como aconteceu ao Scott Siegler (um autor mediano que teria dificuldades em ser publicado e a seguir teria desaparecido nas prateleiras de uma qualquer livraria, não fosse a forma original como decidiu edificar uma audiência - colocando capítulo a capitulo a leitura dos seus romances e a seguir promovendo-se até à exaustão).

Claro que ao «dispor de todos» tem um senão - há que saber inglês. E há que conseguir ultrapassar alguns dos sotaques e alguma terminologia específica dos países de que estes criadores são oriundos. Neste caso, como em muitos, a adopção pela língua portuguesa, àparte as ocasionais experiências na área do humor por profissionais que também têm presença na rádio e na televisão, ainda é um deserto.

Felizmente que, como é regra nos desertos, nem todos os oásis são miragens, e foi com prazer que descobri o que talvez seja o primeiro podcast de fantástico em língua portuguesa chamado Papo na Estante. O título denuncia imediatamente a origem além-mar, e embora só o tenha descoberto recentemente, já se encontra na 11ª emissão, a última dedicada a vampiros tupiniquins (leia-se: histórias de vampiros escritas por autores brasileiros) demonstra a potencialidade deste veículo para a divulgação do fantástico, de uma forma leve, divertida e bem-humorada. A produção é de Thiago Cabello, Ana Carol, Eric Novello, Alfredo Monte e Ana Cristina Rodrigues (actual presidente do Clube de Leitores de FC brasileiro).

Desejamos-lhe vida longa e ficamos a aguardar por mais exploradores arrojados, de qualquer parte do mundo lusófono.

EfeitosSecundarios?d=yIl2AUoC8zA EfeitosSecundarios?d=7Q72WNTAKBA
ufLu1E5-6lw
 

[Círculo de Leibowitz] The Fifth Head of Cerberus – Gene Wolfe

Por Cristina Alves em Dom, 28 Jun 2009 00:04:54 (+0000)
http://acrisalves.wordpress.com/2009/06/28/circulo-de-leibowitz-the-fifth-head-of-cerberus-gene-wolfe/

The Fifth Head of Cerberus de Gene Wolfe, é a leitura próxima leitura proposta, a terminar a 21 de  Julho.

 

Novos Trailers: The Box (2009)

Por Bela Lugosi is Dead em Sáb, 27 Jun 2009 22:58:52 (+0000)
http://feedproxy.google.com/~r/BelaLugosiisDead/~3/sFcKTi2etMA/novos-trailersthe-box-2009.html

Richard Kelly
Estados Unidos

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